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  • 12 de ago. de 2020
  • 2 min de leitura

Atualizado: 19 de nov. de 2020

(Matéria)

Os desfiles de moda os quais são conhecido pela maioria das pessoas como um pedaço do mundo glamourizado fashion, tiveram seu início entre 1857 e 1858 com Charles Worth.


Charles foi um costureiro inglês do século XIX, considerado o "pai da alta-costura”. Sua esposa começou a usar as roupas que ele produzia para mostrar as peças para as clientes, antes disso as roupas eram expostas apenas em manequins e cabides. Esse novo modo de exibir as roupas tomou conta das lojas e grandes marcas que começaram a fazer desfiles com várias modelos dentro das próprias lojas, dentre elas Chanel, Dior, entre outras.


Mas foi a estilista inglesa Lady Duff-Gordon, Lucile que começou a se preocupar em fazer os desfiles com hora marcada, enviando convites para outras pessoas além de suas clientes, a cuidar da beleza do local do evento, inseriu a música que era uma orquestra e logo deu o início a essa imagem que temos de desfile hoje como um evento fruto da indústria da moda.

O desfile se popularizou em todo o mundo e é apresentação da ideia criativa de um estila. Esses eventos podem ser também palco de manifestações políticas, um lugar de expressão crítica, mostrando que as roupas são mais que roupas: são um reflexo do que acontece na sociedade e no mundo.

Mas a grande pergunta é: será que os desfiles como conhecemos hoje está chegando ao fim? A apresentação dessas ideias e conceitos seriam feitas de maneira diferente? Como será a adaptação da moda nesse novo mundo pós-pandêmico?O que significaria um ano sem desfiles de moda para a indústria? Em uma matéria para o BOF Vikram Alexei Kansara fala :

“Muitos acreditam que esta hibernação pode proporcionar uma oportunidade para repensar, ou pelo menos optimizar, o sistema tradicional da semana da moda que vêem como antiquado e esbanjador. Alguns sugeriram mesmo que os desfiles de moda sazonais realizados em centros de moda e mercados secundários em todo o mundo poderiam ser substituídos por um modelo olímpico, em que a indústria escolhe um único local para realizar um grande evento global todos os anos, com interacções intermédias a terem lugar digitalmente”.

Isso significa que querendo ou não acontecerão mudanças profundas no sistema de moda e dessa forma muito provavelmente os desfiles acabarão por desempenhar diferente, em uma indústria e uma sociedade que está mudando.


 
 
 

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